Estação Primeira de Mangueira

As histórias que
a Mangueira nunca esqueceu

Compositores, passistas, presidentes, porta-bandeiras. Cinquenta personagens que construíram a Estação Primeira — e que a história oficial deixou para trás.


Capa do livro Memória Verde-Rosa

Memória Verde-Rosa
Cem Anos de Amor

V.1 — Bambas da Estação Primeira de Mangueira

50 personagens
390 páginas
100 anos de história

Pesquisa em arquivos, entrevistas raras e convivência direta com a comunidade. Um documento histórico.


O que está dentro

A Mangueira não é só verde e rosa.

É Alfredo Português ensinando samba ao menino que criou como filho.

É Aluízio afinando violões no Buraco Quente.

É Carlos Cachaça firmando com Cartola parceria que atravessou décadas.

É Babaú fundando escola em quintal alheio.

É Dona Neuma criando ala de criança quando ninguém pensava nisso.

É Jamelão atravessando quatro décadas com a mesma voz.

É Delegado dançando contrariado com Mocinha até render-se à parceria.

Este livro não é cronologia nem catálogo. É conversa aos pés do morro sobre quem fez a Mangueira grande — cinquenta vidas que se cruzaram entre barracos, ensaios, botequins e avenida.

Gente que compôs, dançou, organizou, resistiu. Nomes que brilharam nos desfiles e nomes que a literatura do samba esqueceu, mas que o morro não esquece.

Escrito por quem convive, pesquisa e carrega a verde-rosa no peito, este primeiro volume antecipa o centenário da Estação Primeira em 2028. O segundo, já em preparo, vai percorrer os carnavais da escola desde 1929.

Aqui tem samba, tem luta, tem memória viva. Tem a maior escola de samba do planeta contada por quem a fez — e por quem não sai dela.